12 de abril de 2011

*Fotografia: Juliana Caribé.
Interrogo o espelho
e ele
responde:

- não abro a porta a estranhos.

5 palavrinha(s):

JasonJr. disse...

kKk :D kKk

Monique Frebell disse...

Quando nem o espelho nos reconhece mais, não há como querer que os outros nos reconheçam.

Abços.

J.F. de Souza disse...

é aqui
que eu encontro
a mim?

J.F. de Souza disse...

Saudade de vc, Ju qrida! =)

=*

Gavine Rubro disse...

a prova e que um poema pode ser minúsculo em tamanho e fortíssimo em conteúdo.

Adorei.

Poesia, maior das sensações,
púlpito irreal respiratório dos crus corações despidos e frente a tudo.

Uma vénia,

Gavine Rubro
www.celularubra.blogspot.com