12 de julho de 2011

Amanhecer.

*Fotografia: José Mauro Gabriel.

Nesse pôr do sol. Sempre nele. Encerra-se um ciclo, inicia-se uma vida, concebe-se, morre-se, renasce-se. E ainda que não existam palavras, ainda que não existam lágrimas, ainda que não haja (a)braços, haverá esse sol. Esse pôr do sol. Sempre ele. Lembrando que: não importa. A vida é essa. E ela continua. Sempre continua.

9 palavrinha(s):

Jorge Manuel Brasil Mesquita disse...

Nos horizontes que a vista abarca, há sempre um pôr-de-sol que é destemido e revelas a simplicidade de se viver a vida.
jorge manuel brasil mesquita
Lisboa, 12/07/2011

Liza Leal disse...

O pôr-do-sol é meu ponto fraco.
No mar então...
Me rendo!

=*

Edinha disse...

Adoro essas entrelinhas. Tem selinho pra vc, bja

beserra disse...

O poema é assim: - A caneta é a base, a tinta o que pensa e o papel a esponja que absorve os seus pensamentos.

Beserra

A.S. disse...

O sensual mergulho do sol na azul imensidão! Contudo, a cada amanhecer, um horizonte diferente...



Beijos!
AL

VELOSO disse...

A vida é um eterno recomeçar!

Lua Nova disse...

Todo por de sol traz em si um novo amanhecer. Esse é o grande milagre.
Mesmo que isso fique entre linhas.
Beijokas.

Mateus Marques disse...

Na escuridão a certeza de um dia seguinte guia os olhares ao possível mundo dos sonhos e, até os que estiverem acordados, depois do por-do-sol, possívelmente estarão sonhando entre copos e tragos, ou corpos e afagos.

viajei...

Geraldo de Barros disse...

embaixo da língua

há um sol
que não fala
mas diz tudo

;)

beijos querida J
G